ENCONTRO DIA 03 DE JUNHO

 

 

COMPONENTE CURRICULAR ARTE

ARTICULADORA: Valdirene Soares de Almeida Pires

DATA: 03/06/2021                                                                                   

HORÁRIO: 8:00 às 11:30h

                     1:00 ás 16:30h

PAUTA:

1º Momento: Acolhida, oração

Antes de iniciar a leitura da Jornada da professora Maria, preparar o ambiente. O mediador pode desenhar na Lousa as “estações” da carreira de Maria em que serão coladas os post-its. São 6 ao total (20 anos (problemas com infraestrutura), 25 anos (expectativa e realidade), 30, anos (frustrações e angústias), 35 anos(desmotivação), 40 anos (pequenas vitórias diárias) e 50 anos (orgulho em ser professora). O mediador pode desenhar esse percurso na lousa deixando os espaços para os professores colem seus post-its, ou colar imagens, utilizar slides, etc...

A Jornada da Professora Maria

A professora Maria começou sua carreira aos 20 anos, cheia de sonhos e uma paixão imensa pela educação. Ao entrar na sala de aula pela primeira vez, ela se sentiu como uma pioneira, determinada a transformar a vida dos seus alunos com o poder do conhecimento. Seus primeiros dias de aula de Arte foram mágicos: o entusiasmo, a conexão com os alunos e a vontade de ensinar pareciam infinitos. Mas logo ela descobriria que a jornada de um educador não é feita apenas de sonhos.

Ela enfrentou um grande desafio de infraestrutura na escola pública em que trabalhava.
(Espaço Post-it 1 – Professores devem refletir sobre sua carreira e escrever quais problemas de infraestrutura vivenciaram, assim como a professora Maria.)

Maria se viu diante de uma realidade difícil e logo percebeu que, apesar de sua paixão pelo ensino de arte, nem sempre seria possível proporcionar a experiência que gostaria para seus alunos. Mas ela se manteve firme, buscando soluções improvisadas e tentando fazer o melhor possível dentro das limitações que encontrou.

Além dos desafios dentro da escola, Maria também enfrentava dificuldades fora dela. Sua vida pessoal estava longe de ser tranquila. As exigências do trabalho, com horários sobrecarregados e a necessidade de preparar aulas fora do expediente, começaram a afetar sua vida familiar e social. A falta de tempo para cuidar de si mesma e para estar com sua família e amigos foi pesando cada vez mais, contribuindo para um crescente sentimento de exaustão e frustração.

Aos 25 anos, Maria já tinha experiência, mas o que parecia ser o ápice da carreira de educadora acabou se transformando em uma grande reflexão. A realidade da profissão não estava à altura das suas expectativas. Ela imaginava que, com o tempo, as dificuldades diminuiriam, mas não foi bem o que aconteceu. Havia um conflito constante entre as altas expectativas que tinha sobre o impacto do ensino de arte e as limitações que enfrentava dia após dia.

As dificuldades não eram só estruturais. Ela começou a perceber que alguns alunos não estavam tão engajados quanto ela imaginava, e o apoio da administração era escasso. Além disso, as responsabilidades fora da sala de aula aumentaram, e Maria se viu dividida entre o trabalho e sua vida pessoal. A carga de trabalho excessiva começava a pesar, afetando sua saúde e seu bem-estar emocional.
(Espaço Post-it 2 – Professores devem refletir sobre momentos em que perceberam que a expectativa de um professor nem sempre condiz com a realidade – o momento em que perceberam isso, assim como Maria.)

Esse conflito entre suas expectativas e a realidade fez Maria questionar o sentido de sua profissão e se o que ela estava fazendo era realmente suficiente.

Aos 30 anos, Maria passou a sentir que o desgaste da carreira começava a cobrar um preço mais alto. Ela passou a encarar uma série de frustrações e angústias que antes estavam mascaradas pelo entusiasmo da juventude. As promessas de resultados e recompensas começaram a parecer distantes e, apesar de seus esforços, ela começou a sentir que sua missão de educadora estava sendo sobrecarregada por burocracia, falta de apoio e por alunos desmotivados. Não era apenas o cansaço físico, mas o desgaste emocional. Ela sentia como se, por mais que tentasse, não conseguia ver o impacto real de seu trabalho.

Além disso, o excesso de trabalho foi minando suas forças. O tempo para a família e os amigos diminuiu, e Maria começou a se sentir sozinha e distante das pessoas que amava. As obrigações escolares, somadas às questões pessoais que não tinham sido resolvidas, tornaram seu dia a dia uma luta constante. As maiores frustrações de Maria eram...
(Espaço Post-it 3 – Professores devem escrever suas angústias e frustrações em sala de aula.)

Aos 35 anos, Maria passou a viver um período de desmotivação. Ela não se reconhecia mais na professora apaixonada dos primeiros dias. A sensação de que a profissão não correspondia mais às suas expectativas de realização começou a dominá-la. Ela se perguntava se ainda tinha algo de novo a oferecer aos seus alunos ou se estava apenas repetindo o mesmo dia após dia. A energia e a motivação que um dia teve pareciam cada vez mais distantes. A busca por novas estratégias de ensino parecia cada vez mais cansativa e, às vezes, ela pensava que talvez fosse hora de desistir.O motivo de Maria estar desmotivada e chegar muito perto de desistir foi...
(Espaço Post-it 4 – Professores devem escrever o que mais os desmotiva em seu dia a dia.)

As dificuldades fora do trabalho também contribuíam para esse sentimento. Ela não conseguia mais equilibrar sua vida profissional e pessoal, e o peso de ambas as esferas a fazia sentir que estava perdendo o controle de sua própria vida.

Aos 40 anos, algo mudou na vida de Maria. Ela encontrou uma pessoa, um colega de trabalho ou talvez um mentor, que ofereceu uma nova perspectiva e sugeriu soluções que ela ainda não havia considerado. Esse encontro se mostrou transformador. Através dessa troca de ideias, Maria passou a enxergar que seus desafios não precisavam ser enfrentados sozinha. Ela aprendeu que era possível compartilhar as frustrações e buscar apoio mútuo entre colegas. Além disso, foi quando percebeu que era essencial estabelecer estratégias para equilibrar as demandas do trabalho com o autocuidado.

Foi a partir dessa conversa que Maria encontrou o caminho para renovar suas forças. Ela começou a focar mais nas pequenas vitórias diárias, a entender que, embora as mudanças nem sempre fossem visíveis no curto prazo, cada aluno conquistado, cada passo dado, eram passos valiosos na sua missão como educadora de arte. Maria também aprendeu a delegar mais e a pedir ajuda, o que lhe permitiu encontrar um equilíbrio mais saudável entre sua vida profissional e pessoal. As pequenas vitórias diárias de Maria eram...
(Espaço Post-it 5 – Professores devem escrever as suas vitórias diárias dentro ou fora de sala de aula.)

Hoje, aos 50 anos, Maria continua a ensinar com a mesma paixão de quando começou, mas com uma nova sabedoria. Ela aprendeu a aceitar os altos e baixos da profissão e entendeu que ser educadora é estar sempre em movimento. Mesmo que os resultados nem sempre sejam imediatos, ela sabe que seu trabalho tem impacto na vida de cada aluno. Ela aprendeu que, para ser feliz e realizada, precisa cuidar de si mesma e se apoiar em sua rede de colegas. Aprofundou suas relações fora da escola, aprendendo a equilibrar melhor sua vida profissional com sua vida pessoal, e isso a ajudou a encontrar mais satisfação e motivação no seu trabalho. Seu maior orgulho em ser professora é...
(Espaço Post-it 6 – Professores devem escrever o seu maior orgulho em ser professor.)

Algum tempo depois, Maria se aposentou. Ela sentiu que havia cumprido sua missão. Mesmo com todas as dificuldades, ela se sentia realizada por ter contribuído para a vida de tantos alunos, por ter compartilhado seu amor pelo ensino e por ter aprendido tanto ao longo da carreira. A aposentadoria foi um momento de reflexão sobre tudo o que viveu e o que ainda poderia fazer, agora de um novo lugar, mais tranquilo, mas com a certeza de que sua história como educadora nunca deixaria de fazer parte dela.

Reflexão

Embora a história de Maria seja uma narrativa construída, ela reflete as experiências que muitos de nós já vivemos ou estamos vivendo em nossa própria jornada educacional. As dificuldades de infraestrutura, os desafios de conciliar trabalho e vida pessoal, as frustrações com os resultados e até mesmo as desilusões com a profissão são realidades compartilhadas por muitos educadores.

A jornada de Maria não é única. Cada um de nós tem sua própria história, seus próprios desafios e vitórias. Maria, assim como qualquer professor, não encontrou soluções fáceis, mas foi capaz de transformar suas dificuldades em aprendizados. E, ao longo dessa jornada, o que ficou claro é que, por mais que a educação seja uma profissão desafiadora, ela também é feita de pequenos momentos de impacto, de crescimento pessoal e de relações que nos ensinam tanto quanto ensinamos aos nossos alunos.

Agora, ao refletirmos sobre o percurso de Maria, é importante lembrarmos que, assim como ela, todos nós temos algo único para oferecer em nosso trabalho. As frustrações que enfrentamos não diminuem nosso valor como educadores, e as dificuldades também fazem parte do processo de aprendizado e de crescimento. Maria, como tantos outros professores, teve sua missão preenchida com desafios e conquistas, e mesmo quando não conseguiu ver resultados imediatos, ela deixou sua marca em cada aluno e em cada colega.

Hoje, ao colocarmos nossos próprios relatos em post-its, estamos, na verdade, reconhecendo que, assim como Maria, somos parte de um ciclo contínuo de aprendizagem e transformação. Nossas vivências, nossas frustrações e vitórias são o que nos tornam resilientes, e é ao compartilharmos essas experiências que encontramos apoio, soluções e motivação para seguir adiante. E essa história, na verdade, não é sobre Maria.

2º Momento: Relatos acerca do desenvolvimento da sequência:

 

*Concluíram as atividades?

*Está tendo retorno dos estudantes?

 

3º Momento: Revisão das planilhas do planejamento anual

4ºMomento: Orientações para o preenchimento do formulário do projeto de Queila

 

5ºMomento:Lanche

 

6ºMomento: Construção das sequências didáticas

 

TEMA:

 

6º ano: SERES FANTÁSTICOS DO LIXO

 

Itens que poderão ser criados:

Ø  (Brinquedos com material recicláveis)

 

7º ano: ESPÉCIES EM EXTINÇÃO DA MATA ATLÂNTICA DOS BIOMAS.

ILUSTRAÇÃO DOS BIOMAS,

 

Itens que poderão ser criados:

(Maquetes, músicas, danças...)

 

 

8º ano:A ARTE DE RECEBER: MESA POSTA COM CRIATIVIDADE E CONSCIÊNCIA AMBIENTAL’.

Itens que poderão ser criados:

Ø  Porta-guardanapos criativos,

Ø  Marcadores de lugar (com o nome da pessoa ou mensagens)

Ø  Sousplat decorativos com papelão, jornal trançado ou tecido

Ø  Centro de mesa com composição de materiais naturais ou recicláveis

Ø  Bandejas, porta-talheres ou apoios feitos com reaproveitamento

 

9º ano:MÉMORIAS ENFERRUJADAS: O TEMPO PINTA A HISTÓRIA’

Representar memórias da casa ou símbolos culturais locais nas latas.

Criar “latas-poema”: cada lata decorada com envelhecimento e uma mensagem escrita ou desenhada.

Itens que poderão ser criados:

Ø  Latas para plantar suculentas, cactos e etc...

 

AULA DO CLUBE DE LETRAMENTO LITERÁRIO E CORPOREIDADE

Tema: O Corpo como Escultura: Forma, Expressão e Identidade

Livro Superação, 8º ano – págs. 29 a 35 (Unidade sobre Esculturas)

Componente: Arte

Duração: 2 aulas de 50 minutos

EF69AR04 – Experimentar e criar produções artísticas com base em temas e questões contemporâneas.

EF69AR05 – Analisar formas de representação do corpo humano nas artes visuais.

EF69AR07 – Explorar e reconhecer o corpo como linguagem artística nas diversas manifestações.

AULA 1 – O Corpo Esculpido: Representações e Significados

Objetivos da Aula:

Reconhecer a escultura como forma artística tridimensional.

Analisar como o corpo é representado em esculturas clássicas e contemporâneas.

Compreender a linguagem do corpo como expressão visual e simbólica.

Atividades:

Acolhida e provocação inicial (5 min)

Pergunta disparadora: "Se seu corpo fosse uma escultura, como ele seria? Rígido? Fluido? Curvo? Por quê?"

Leitura orientada (15 min)

Leitura coletiva e dialogada das páginas 29 a 35 do livro Superação.

Destacar esculturas que retratam o corpo (ex: Michelangelo, Rodin, obras africanas e indígenas).

Reprodução de poses (10 min)

Em duplas, cada aluno escolhe uma escultura do livro e reproduz a pose com o corpo.

O colega descreve o que a pose comunica (emoção, movimento, ideia).

Desenho de observação (10 min)

Desenhar a pose do colega enfatizando as formas, linhas e volumes do corpo.

Reflexão escrita (10 min)

"O que meu corpo diz quando não estou falando?"

"Qual forma escultórica me representa hoje?"

Critérios de Avaliação – Aula 1:

Participação      

Envolvimento nas discussões, leitura e dinâmica de poses.

Leitura e interpretação  Compreensão dos conceitos de escultura e análise das imagens do livro.

Expressividade, capacidade de comunicar ideias por meio de gestos e posturas.

Reflexão crítica clareza e profundidade na produção escrita ou oral sobre o corpo e sua linguagem.

AULA 2 – Oficina: Meu Corpo, Minha Escultura

 Objetivos da Aula:

Criar uma escultura inspirada em uma pose ou gesto que represente uma ideia, emoção ou identidade.

Usar materiais simples para representar o corpo como forma artística.

Relacionar arte e subjetividade através da tridimensionalidade.

Atividades:

Revisão da aula anterior (5 min)

Recapitular conceitos de escultura e expressividade corporal.

Proposta prática – Escultura Expressiva (30 min)

Materiais: papel alumínio, papel jornal + fita crepe, massinha, argila ou arame fino.

Criação de pequenas esculturas que expressem um sentimento ou ideia corporal (ex: resistência, delicadeza, alegria, medo).

Os alunos podem criar figuras humanas, silhuetas, gestos congelados etc.

Exposição em grupo (10 min)

Cada aluno apresenta sua escultura e compartilha: “O que essa forma corporal representa para mim?”

Roda de fechamento (5 min)

Reflexão coletiva: “Como o corpo pode ser arte, mesmo sem palavras?”

Critérios de Avaliação – Aula 2:

Critério Descrição

Criação artística, originalidade e intenção expressiva da escultura corporal.

Uso de materiais, exploração adequada e criativa dos materiais disponíveis.

Conexão simbólica, capacidade de atribuir significado à forma e ao gesto corporal na escultura.

Compartilhamento reflexiva, clareza na apresentação oral sobre a própria produção

Recursos necessários:

Livro Superação – 8º ano (págs. (29–35)

 

Projetor ou impressões de esculturas

Papel alumínio, jornal, fita crepe, massinha ou argila

Lápis, papel A4 ou sulfite para desenho

Caixa de som (opcional, para ambiente sonoro)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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