SEQUÊNCIA DIDÁTICA - Período de 18/09 a 29/09

6º ANO
SEQUÊNCIA DIDÁTICA – EDUCAÇÃO FÍSICA
Tema: Conclusão Sistema Esquelético/Introdução ao atletismo (corridas)
Subtítulo: ....................................................................
Ano/Série: 6º ano                Período: 18/09 a 29/09//17                          Nº de Aulas: 04             
OBJETIVOS
v  Diferenciar as funções e divisões do esqueleto humano.
v  Conhecer o contexto histórico do atletismo.
v  Demonstrar que a corrida é uma atividade natural que compõe as modalidades do atletismo.
v  Vivenciar diversos ritmos de corridas em relação a distâncias a serem percorridas.
v  Vivenciar práticas de jogos pré-desportivos e circuitos.

ETAPAS DA AULA / METODOLOGIA
1º Momento: Aula teórica
Continuação com exercícios de fixação e atividade avaliativa do conteúdo: Sistema Esquelético
Ø  Introdução
Ø  Função
Ø  Divisões

2º Momento: Aula prática
Jogos pré-desportivos (corridas)
Circuitos (corridas)

3º Momento: Aula teórica
Aula Expositiva: História do Atletismo/ Corrida
Ø  Explanação sobre a História do Atletismo;
Ø  Apresentar os tipos de corrida do Atletismo (Corridas: tipos de corridas, técnicas e tipos de provas de corridas)
Ø  A exposição pode ser feita através de textos, slides, vídeos e pesquisa sobre o conteúdo;

A sondagem de saberes poderá ser feita através da leitura de textos;
O professor poderá colocar algumas questões para discussão, para que os alunos possam fazer os seus registros.

4º Momento: Aula prática
Jogos pré-desportivos (corridas)
Circuitos (corridas)


RECURSOS: ( x ) Data show; (   ) Jornal; (  ) Revista; ( x  ) Vídeo; ( x ) Computador; ( x ) Jogos; ( x ) quadro, pincel atômico, apagador; (  ) Jogos de tabuleiro (    ) bolas, apito, rede;  (  x ) Informativos;
( x ) Outros:
AVALIAÇÃO: (  x ) Prova; (  ) Trabalho; ( x )Resolução de Exercícios; (  ) Seminários; ( x ) Apresentação oral;
(  ) Observação do desempenho do grupo; (  ) Cartaz; (  ) Debate; (  ) Relatórios; ( x ) Avaliação escrita; ( x ) Avaliação da participação; Outros:                                                               


ESCOLA MUNICIPAL___________________________________ Data: ­­­­____/____/____
Aluno (a)____________________________________________­­­­­­­­_Ano/Turma:  6º _____
Professor (a)_____________________________ Componente Curricular: Educação Física

ATIVIDADE AVALIATIVA
01. O sistema esquelético consiste em um conjunto de ossos, cartilagens, além de ligamentos e tendões que se interligam e formam a estrutura humana. Dentre as suas curiosidades é INCORRETO afirmar que:

(A) As mãos e os pés contêm mais da metade dos ossos do corpo humano. Cada mão tem 27 ossos e cada pé 26 ossos, o que compreende 106 ossos, para um total de 206 ossos no organismo de um adulto.
(B) O menor osso é o estribo, um dos três ossinhos do ouvido, mede 2,6mm a 3,4mm.
(C) Apesar de o exterior dos ossos serem duros, seu interior é leve e mole. Esse tecido é composto por 75% de água.
(D) O esqueleto humano representa 15% de nosso corpo. E o seu desenvolvimento dura até os 25 anos.


02. Quanto à divisão do sistema esquelético, complete os espaços em branco e assinale a alternativa que preenche respectivamente esses espaços.

A clavícula fica no esqueleto______________________e junto com a_____________________formam a cintura escapular.

(A) axial e escápula
(B) vértebras e escápula
(C) úmero e apendicular
(D) pélvis e apendicular

03. Das citadas abaixo relacionadas às funções do sistema esquelético apenas uma alternativa está CORRETA.

(A) transporte de alimentos e eliminação de resíduos.
(B) transporte de oxigênio e transporte de alimentos.
(C) sustentação e proteção das estruturas vitais.
(D) proteção e transporte de oxigênio.

04. O crânio do ser humano é uma câmara óssea resistente que protege o cérebro. Nele existem várias cavidades e duas delas recebem o nome de órbitas oculares, pois alojam os:

(A) ouvidos.
(B) olhos.
(C) dentes.
(D) ossos.

05. O sistema esquelético tem como uma de suas funções a proteção do,

(A) coração, intestino grosso e pulmões.
(B) coração, pulmões e cérebro.
(C) pulmões, intestino delgado e cérebro.
(D) intestino grosso, cérebro e rins.

06. O esqueleto apendicular forma os membros (superiores e inferiores) que se unem ao esqueleto axial através das cinturas escapular e pélvica. Está CORRETO sobre os nossos membros inferiores a,

(A) cintura escapular, braços, mão e dedos.
(B) cintura clavicular, braço e antebraço.
(C) cintura espinhal, externo e costelas.
(D) cintura pélvica, coxa, perna e pé.

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Escola:___________________________________________________________________________
Aluno (a):______________________________________Componente Curricular: Educação Física
Professor (a):______________________Ano/ Turma:____________Turno: ___________(6º ANO)

HISTÓRIA DO ATLETISMO
Atletismo é um conjunto de esportes constituído por corrida, lançamentos e saltos.
A história do Atletismo começa junto com a história da própria humanidade. Os chamados homens das cavernas já corriam, saltavam e arremessavam objetos em suas práticas diárias como recursos para sobrevivência. Assim ocorriam as caçadas e os próprios movimentos básicos. Essas atividades normais só se tornaram esportivas muitos anos mais tarde, na Grécia.
Em 776 a.C, os gregos iniciaram os famosos Jogos Olímpicos. Prática que foi continuada pelos romanos depois de conquistarem a Grécia. Todavia, foi um imperador de Roma, Teodósio, que suspendeu os jogos e criou uma lacuna de oito séculos na história das competições. Os jogos só voltaram a acontecer na Inglaterra em meados do século XIX. O Atletismo é a forma organizada mais antiga de esporte, esteve presente durante todo esse processo. O Atletismo esteve no centro da criação dos Jogos Olímpicos na Grécia Antiga e foi também o destaque quando a competição voltou a ser disputada na Inglaterra do século XIX. Posteriormente, o Atletismo conquistou muitos seguidores no restante da Europa e na América.
Os Jogos Olímpicos voltaram a ser realizados com representatividade em 1896, quando Atenas sediou novamente as competições. Foi a partir daí que os jogos passaram a ser realizados em vários países com o intervalo de quatro anos. Para regular as normas do Atletismo, foi fundado na Inglaterra, em 1912, a IAAF- Associação Internacional de Federações de Atletismo, órgão com a incumbência de gerir as competições da modalidade.
O Atletismo na Grécia Antiga consistia em lançamento de discos, salto em comprimento e corrida de obstáculos. O Atletismo moderno é um esporte com provas de pista, corridas de rua, provas de cross country e marcha atlética. O Atletismo é considerado o esporte fundamental para testar todas as características do homem, pois exige não só resistência física, mas também habilidade. Corridas, saltos e lançamentos, que são as três provas integrantes, exigem força, habilidade e estratégia dos competidores.
Desde o reinício das Olimpíadas modernas, que restaurou os jogos clássicos disputados na Grécia Antiga, o Atletismo passou a ser praticado em estádios, exceto no caso de algumas corridas de longa distância, como as maratonas, que necessitam de espaços e percursos maiores. Como nos Jogos da Grécia Antiga, o Atletismo permanece como o principal esporte olímpico dos tempos modernos. Tanto que o próprio Comitê Olímpico Internacional estabeleceu – até para efeito de distribuição dos recursos auferidos nos Jogos – que o Atletismo é o único esporte na categoria 1. A importância do Atletismo, chamado de “esporte-base”, é sintetizada por uma frase que circula no meio olímpico: “Os Jogos Olímpicos podem acontecer apenas com o Atletismo. Nunca, sem ele”.
• Federações e Confederações
-As competições, regras e atividades internacionais de atletismo são organizadas pela IAAF (Associação Internacional de Federações de Atletismo).
-No Brasil, as competições de atletismo são organizadas pela CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo).

Fonte: http://www.cbat.org.br/
Disponível em: http://www.infoescola.com/esportes/atletismo/

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Escola:________________________________________________________________________
Aluno (a):______________________________________Componente Curricular: Educação Física
Professor (a):______________________Ano/ Turma:__________Turno: ___________(6º ANO)

ATLETISMO – CORRIDA

A corrida é uma das formas mais primitivas de exercício e dever ter surgido da necessidade dos homens primitivos de andar mais depressa para fugir de alguns perigos ou perseguir a caça.
A prática regular da corrida aumenta a capacidade respiratória, melhora a circulação sanguínea e aumenta a força muscular.
Para pequenos percursos o mais importante é a velocidade do atleta, pois não exigem muita resistência. Já os longos percursos não requerem principalmente velocidade, pois ninguém aguentaria correr velozmente até o final. Além da velocidade, as corridas longas exigem principalmente resistência.
Assim as corridas de pequeno percurso desenvolvem a velocidade, enquanto as corridas de longo percurso, além da velocidade, desenvolvem a resistência.
Considerando a distância, as corridas dividem-se em:
corridas rasas: curta distância (velocidade), que nas competições oficiais vão até os 400 metros;
corridas de meio-fundo: (800 metros e 1500 metros);
corridas de  fundo: longa distância (5000 metros ou mais, chegando até às ultra maratonas de 100 quilometros).

Quando , porém, são combinadas com saltos de barreira, temos a corrida com obstáculos.

Outros tipos de corrida são:
Corridas mistas: são corridas que têm seu início e seu final numa pista, porém, o percurso é desenvolvido nas ruas e estradas.
Corridas cross country: são corridas de longa distância, realizadas em campos, bosques e terrenos acidentados. É um tipo de prova muito divulgado nos países europeus.
Pedestrianismo: são corridas de longa distância realizadas nas ruas da cidade. No Brasil, a mais conhecida é a São Silvestre, tradicionalmente realizada no dia 31 de dezembro, com percurso em torno de 15.000 metros nas ruas de São Paulo.

TÉCNICAS E REGRAS DA CORRIDA
O conhecimento das técnicas de qualquer especialidade ajuda a melhorar nosso desempenho e obter maior proveito da atividade à qual nos dedicamos. Como você já deve ter observado, isso se aplica também aos esportes. Por isso, vamos estudar as técnicas da corrida em fases, para podermos utilizá-las durante a prática.
As fases da técnica da corrida são três:
partida: momento em que o atleta procura ganhar impulso para chegar mais rapidamente a sua melhor velocidade;
percurso: momento em que o atleta procura manter a sua velocidade;
chegada: momento em que o atleta cruza a linha de chegada.

    PARTIDA
Antigamente, em todas as corridas a saída era feita em pé. Entretanto, as provas de velocidade evoluíram para posições com  maior flexão de pernas e tronco, originando a saída baixa.
O corredor coloca-se na posição de partida quando o árbitro fala "às suas marcas". Estica um pouco mais as pernas levantando o tronco para frente, quando o árbitro fala "pronto". Deve manter-se imóvel e o peso do corpo passa a ser suportado mais pelas mãos. Quando o árbitro dá o tiro de largada, o atleta estende o bruscamente as duas pernas usando-as como apoio e  projeta todo o seu corpo para frente.
O atleta que sai antes do tiro será advertido na primeira e na segunda vez. Na terceira vez será desclassificado.
Nas provas de velocidade os atletas usam blocos para a saída. Nas provas de resistência os atletas sem em pé.
PERCURSO
Logo após a partida, ao iniciar o percurso, o corredor aumenta gradativamente a suas passadas. Assim, atinge o máximo de sua velocidade. O corredor, então, preocupa-se em manter essa velocidade com amplos movimentos dos braços.
Será desclassificado o atleta que invadir a baliza do lado ou prejudicar de alguma forma o adversário.
CHEGADA
Na chegada o atleta deve lançar o peito para a frente, procurando ultrapassar a linha de chegada.
Não se deve saltar para alcançar a linha final, pois pode-se perder tempo no impulso e também machucar-se.
OS TIPOS DE PROVAS DE CORRIDA NO ATLETISMO
100 m rasos: é a prova mais nobre do atletismo, que premia o homem e a mulher mais rápido(a) do mundo. Nela, oito competidores correm 100 m em linha reta e vence quem chegar primeiro.
200 m rasos: segue a mesma linha dos 100 m, mas com o dobro da distância. A largada acontece na curva da pista, com os atletas posicionados em marcas que não ficam exatamente umas ao lado das outras, para que o competidor que largue na parte interna da pista não saia com vantagem.
400 m rasos: corresponde a uma volta inteira na pista de atletismo. A largada se dá no mesmo estilo dos 200 m rasos.
800 m: é uma prova de meia-distância, na qual os competidores devem percorrer toda a extensão da pista de atletismo duas vezes. Vence aquele que cruzar primeiro a linha de chegada.
1.500 m: outra prova de meia-distância. Segue a mesma linha das outras provas de velocidade, consagrando aquele que primeiro cruzar a linha de chegada.
5.000 m: é conhecida como uma prova de fundo, por não se tratar apenas de uma competição de velocidade. Vence aquele que cruzar primeiro a linha de chegada.
10.000 m: é a prova do atletismo mais longa disputada dentro de um estádio. Assim como em todas as outras de velocidade, vence quem cruzar primeiro a linha de chegada.
110 m com barreiras (100 m para mulheres): oito competidores têm de percorrer a distância predefinida pulando as dez barreiras que existem no percurso. Vence quem cruzar primeiro a linha de chegada.
400 m com barreiras: segue a mesma linha dos 110 m com barreiras (100 m para mulheres), mas as dez barreiras nesse caso são um pouco menores (veja mais no item Local).
3.000 m com obstáculos: inspirada no hipismo, a prova consiste em um percurso de 3000 m que contém barreiras seguidas de pequenos lagos como obstáculos. Vence aquele que cruzar primeiro a linha de chegada.
Revezamento 4 x 100 m: uma equipe formada por quatro atletas deve percorrer 400 m (100 m cada atleta), sendo que ao fim de sua participação o atleta deve passar um bastão para o seu companheiro. Essa troca pode ocorrer em um espaço limitado de 20 m. Caso ultrapasse essa marca, a equipe poderá ser desclassificada. Se o bastão cair, somente aquele que o derrubou poderá pegá-lo novamente.
Revezamento 4 x 400 m: segue a mesma linha do revezamento 4 x1 00m, mas a distância percorrida por cada atleta é quatro vezes maior.
Maratona: uma das provas mais tradicionais das Olimpíadas. Nela, competidores percorrem uma distância de 42,195 km, normalmente em ruas abertas, sendo que os 400 m finais da prova geralmente são realizados dentro do estádio. Vence quem cruzar primeiro a linha de chegada.
Marcha atlética: é uma prova na qual os atletas só podem andar. Para que essa regra não seja descumprida, o calcanhar do pé da frente do atleta deve ficar em contato com o solo até que a ponta do pé posterior toque o chão. As provas podem ser disputadas em 20 km ou 50 km. Vence quem cruzar primeiro a linha de chegada, que, assim como acontece na Maratona, está posicionada dentro do estádio.
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COMPONENTE CURRICULAR: EDUCAÇÃO FÍSICA
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA AULAS PRÁTICAS
CONTEÚDO: ATLETISMO/CORRIDAS (6º ANO)
Trabalhar atividades lúdicas que auxiliem na introdução do atletismo e desenvolvam o sentido da corrida de forma natural.

• ATIVIDADE 1. Pega-pega cada vez mais lento (20 min.)
É interessante que os professores trabalhem com os alunos diferentes tipos de pega-pega, de acordo com a região do país onde se encontram. Nessa primeira atividade a proposta é escolher um “pegador” que deverá tocar os colegas considerando-os, assim, pegos. Todos os alunos começam a brincadeira podendo correr, mas a cada toque do “pegador”, o ritmo de corrida deverá ser reduzido de acordo com a seguinte progressão: 
1º toque = corrida de frente
2º toque = caminhada
3º toque = virou o pegador
Dessa maneira, cada aluno poderá ser pego 2 vezes antes de ser o pegador. Na terceira vez, ele também vira pegador! A partir desse momento, a turma passa a ter mais de um colega “pegador”. A brincadeira termina quando todos os alunos forem pegos.
• ATIVIDADE 2. Corrida pesada. (20 min.)
Organizados em duplas, um colega segura na cintura um do outro oferecendo resistência à sua corrida. Os locais de saída e de chegada devem ser marcados no chão, sempre instruindo os alunos a trocarem de papéis a cada ida e volta, ou seja, se na ida A vai correndo e B oferece resistência, na volta B corre e A oferece resistência. Os professores devem estabelecer distâncias mais curtas para que os alunos consigam percorrer maior número de vezes o trajeto. Essa atividade também pode ser feita com cordas, pedaços de câmara de ar de pneus, pedaços de panos, etc, para segurar o colega da frente.
• ATIVIDADE 3. Vai de um jeito, mas volta de outro (25 min.)
Nessa atividade o professor pode dividir os alunos em quantos grupos achar necessário, não deixando que se formem grupos muito grandes (para que as crianças não permaneçam muito tempo nas filas). Duas vias de deslocamento devem ser traçadas: uma sem nenhum obstáculo e outra com obstáculos. Nas figuras abaixo você encontra algumas opções de obstáculos feitos com cones, cordas, pneus, etc. Uma outra opção também é fazer círculos no chão com giz, marcas de retas, um espaço que deve ser saltado, entre outras possibilidades.
Os alunos farão uma espécie de estafeta, ou seja, ao sinal do professor, o primeiro de cada fila corre até a marcação do outro lado da quadra (espaço demarcado), pela via sem obstáculos, e volta pela via de obstáculos batendo na mão do segundo da fila, que sairá imediatamente, fazendo o percurso da mesma forma que o primeiro. Os alunos continuam com essa dinâmica, sucessivamente, até que todos os alunos tenham participado. Ganha o grupo que completar o percurso primeiro, com todos os participantes.
Obs.: nos momentos em que os alunos ficam em filas, ao mesmo tempo em que brincam, descansam. Então, os professores podem escolher o momento da aula mais adequado para essa atividade, trocando-a de lugar, quando necessário.
• ATIVIDADE 4. Corrida de revezamentos (25 min.)
Nessa atividade, os professores podem caminhar com alunos, marcando o percurso da corrida de revezamentos, marcando com eles os pontos onde ocorrerão as trocas de “bastão” ou outro material.
Conhecido e marcado o percurso, divida a turma em quartetos e /ou quintetos (sugestão). Combine com os alunos as formas de troca de bastões, quem ficará em cada ponto do percurso, quais os espaços permitidos para as corridas de duas pessoas da mesma equipe (durante as trocas), etc. Ganhará a corrida a equipe que completar todo o trecho primeiro. Essa corrida pode ser realizada com várias trocas entre as equipes para que os alunos vivenciem essa experiência com diferentes colegas.
• ATIVIDADE 5: Pular Corda - desenvolve coordenação, agilidade, velocidade e resistência
Como Praticar - Variações:
1. LEVE: 
. Pulo com os 2 pés: ambos os pés saem do chão e aterrissam lentamente juntos, com uma oscilação da corda;
• Pulo com os pés alternados - Nessa técnica fazemos um "skipping" onde um pé vai para cima e para baixo enquanto ocorre uma oscilação da corda;
2. MODERADO:
. Pulo com os pés alternados - O mesmo da técnica do "skipping" acima, embora com maior velocidade;
• Passo Corrida - O trote é adicionado enquanto se pula e faz o "skipping" sobre a corda. Acontece com uma passada mais rápida e maior intensidade nos movimentos;
• Passo alto - Uma corrida em média intensidade misturada com elevação de joelhos a fim de aumentar mais ainda essa intensidade;
3. INTENSO:
. Passo cruzado - Durante a fase aérea do salto, cruza-se a perna de baixo e levemente aterrissa-se com as pernas cruzadas;
• Passo lado a lado - Alterna-se a aterrissagem da direita para a esquerda. Muito cuidado nesse movimento pois a corda tende a não obedecer bem, sendo que a prática e o tempo é quem vão lhe estabilizar o movimento.
• ATIVIDADE 6 - Estafeta dos obstáculos
Alunos dispostos em duas equipes, divididas em duas colunas de frente para o circuito formado por dois cones nos quais estão amarradas cordas numa altura que propicie a transposição (similar a três barreiras) ; quatro arcos colocados no chão em forma de ziguezague e um caixote de madeira (ou tampa do plinto). Ao sinal, o primeiro aluno de cada equipe iniciará a corrida a partir da posição de saída baixa em direção aos obstáculos, retornando à sua equipe por meio de uma corrida de velocidade rasa, tocando o ombro do próximo componente. Vencerá a equipe que concluir todo o circuito primeiro. Pode realizar mais vezes e propor variações como: mudar a distância/ mudar a forma de correr/ variações dos obstáculos.
• ATIVIDADE 7 – Corridas de velocidade
Desenvolvimento das técnicas de corridas de velocidade. Explicar aos alunos como a atividade natural de correr, se desenvolveu e adquiriu técnicas que buscam a melhoria do desempenho.
1 - Posição do corpo, pernas, braços e controle de respiração;
2 - Atividades de recuperação da perna de impulsão, a passada saltada, os skippings (altos, médios e baixos)
Skiping alto: elevação alternada dos joelhos até a altura do abdômen, correndo no lugar.
Skiping baixo: elevação alternada dos joelhos até a altura dos quadris, correndo no lugar.
Partidas de blocos - fases da partida, vozes da partida, colocação dos blocos para partidas e posições corporais e ângulos de partidas mais eficientes
Como serão realizadas as atividades:
- procurar um local onde os pés possam apoiar, de modo a simular um bloco;
- 2 a 2, um aluno senta-se com uma perna esticada e outra flexionada, o outro apoia seus pés no do colega como se fosse um bloco de partida;
- experimentar a atividade com a troca de pernas, de modo a perceber qual oferece a melhor impulsãopara partida.
• ATIVIDADE 8 – Fases de partida
*Em situação de competição a partida é indicada por um juiz através das seguintes vozes de comando:
“Aos seus lugares” – o atleta deve:
-colocar-se nos blocos numa posição de cinco apoios no solo (mãos, pés e joelho);
-colocar os pés nos blocos, normalmente com o MI mais forte no bloco da frente;
-ter o joelho apoiado no solo do MI que apóia o bloco de trás;
-ter os MS apoiados o solo em extensão e as mãos ligeiramente mais afastadas que a largura dos ombros;
-ter os dedos polegar e indicador afastados e apoiados imediatamente atrás da linha de partida;
-colocar a cabeça no prolongamento do corpo, com o olhar fixo para frente da linha de partida.
“Prontos” – o atleta deve:
-colocar-se na posição de quatro apoios, elevando o joelho do MI de trás;
-elevar a bacia e avançar ligeiramente os ombros para frente;
-apoiar fortemente os pés nos blocos;
-manter os MS em extensão e as mãos apoiadas no solo.
“Sinal de partida” – o atleta deve:
-retirar as mãos do solo;
-realizar uma extensão rápida dos MI;
-avançar rapidamente o joelho do MI que está atrás (1º passo);
-coordenar o movimento dos MS com o dos MI;
-manter o olhar dirigido para frente.
• ATIVIDADE 9 - Pega-pega de duplas
Em duplas, posicionados um de costas para o outro em cima da linha central da quadra, um aluno é o nº 1 e o outro é o nº 2. Sempre o primeiro número falado pelo professor corre (pegador) e o outro número foge.
• ATIVIDADE 10 - Pique-Bandeira
2 equipes cada uma deve defender a sua bandeira. Vence a equipe que “roubar” primeiro a bandeira da outra.
• ATIVIDADE 11 - Maestro
Todos sentados em círculo, estando apenas um aluno de fora. Escolhe-se um “maestro”, que executará movimentos e mudanças, os quais serão acompanhados por todos. O colega de fora tentará, a cada mudança, identificar o maestro. Terá três chances ou mais para tal. Alteram-se, várias vezes, tanto o maestro quanto o aluno de fora, sempre quando se consegue identificar ou não, após as tentativas.
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       ATLETISMO: MODALIDADES
         Disponível em: http://www.efdeportes.com/efd211/o-atletismo-na-escola-uma-perspectiva-pedagogica.htm

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7º ANO
SEQUÊNCIA DIDÁTICA – EDUCAÇÃO FÍSICA
Tema: Conclusão Sistema Esquelético/Introdução ao atletismo (saltos)
Subtítulo: ...................................................................
Ano/Série: 7º ano                      Período: 18/09 a 29/09//17                         Nº de Aulas: 04             
OBJETIVOS

Ø  Reconhecer a classificação do sistema esquelético identificando os principais ossos.
Ø  Entender sobre as divisões do sistema esquelético e classificação dos ossos.
Ø  Diferenciar os tipos de saltos e suas regras.
Ø  Vivenciar práticas adaptada dos saltos.


ETAPAS DA AULA / METODOLOGIA
1º Momento: Aula teórica
Continuação com exercícios de fixação e atividade avaliativa do conteúdo: Sistema Esquelético
Ø  Introdução
Ø  Classificações dos ossos

2º Momento: Aula prática
Sugestões:
Jogos pré-desportivos (saltos)
Circuitos (saltos)

3º Momento: Aula teórica
Aula Expositiva: Atletismo: Saltos
Ø  Apresentar os tipos de Saltos do Atletismo
Ø  A exposição pode ser feita através de textos, slides, pesquisa e vídeos sobre o conteúdo;

A sondagem de saberes poderá ser feita através da leitura de textos;
O professor poderá colocar algumas questões para discussão, para que os alunos possam fazer os seus registros.

4º Momento: Aula prática
Sugestões:
Jogos pré-desportivos (saltos)
Circuitos (saltos)


RECURSOS: ( x ) Data show; (   ) Jornal; (  ) Revista; ( x  ) Vídeo; ( x ) Computador; (  ) Jogos; ( x ) quadro, pincel atômico, apagador; (   ) Jogos de tabuleiro (    ) bolas, apito, rede;  ( x  ) Informativos;
(  ) Outros:
AVALIAÇÃO: ( x  ) Prova; (  ) Trabalho; ( x )Resolução de Exercícios; (  ) Seminários; (  ) Apresentação oral;
( ) Observação do desempenho do grupo; (  ) Cartaz; (  ) Debate; (  ) Relatórios; ( x ) Avaliação escrita;
( x ) Avaliação da participação; Outros:                                                               


Escola:___________________________________________________________________________
Aluno (a):_______________________________________Componente Curricular: Educação Física
Professor (a):______________________Ano/ Turma:____________Turno: ___________(7º ANO)
ATLETISMO – SALTO 
Saltar é elevar-se procurando transpor maior distância ou maior altura. As provas oficiais de salto no atletismo são o salto em distância, salto triplo, salto em altura, salto com vara.
 TIPOS DE SALTOS NO ATLETISMO:

1. SALTO EM DISTÂNCIA 
Prova na qual os atletas devem percorrer uma raia correndo para ganhar impulsão e saltar antes de uma faixa branca marcada no chão (tábua de impulsão), caindo com os dois pés em uma caixa de areia. 
MATERIAL:
• A pista de impulso tem no mínimo 40 m, com largura de 1,22 m. A plataforma de apoio deve ficar a 2 m da caixa de recepção. Esta última mede 8 m. A plataforma de apoio tem 20 cm de largura e 10 cm de espessura, pintada de branco. Coloca-se um plástico mole, a plasticina, atrás da plataforma, o que permite verificar se um salto é nulo ou não.
REGRAS:
• Cada atleta tem direito a três tentativas para atingir sua melhor marca.
• Uma tentativa é considerada válida quando o competidor inicia o movimento do salto dando o último passo antes da linha que limita a área de corrida.
• Caso o atleta dê seu último toque no solo antes do salto após a linha-limite, esse salto será invalidado.
• Outras causas de invalidação de um salto: caso o atleta toque, com qualquer parte do corpo, a área posterior à linha de medição localizada na barra de impulsão; toque o lado da tábua de impulsão; toque o solo fora da caixa de areia no momento em que cair; caminhe pela caixa de areia após o salto.
TÉCNICA DO SALTO EM DISTÂNCIA:
• Corrida: O atleta acelera pela pista, alcançando a máxima velocidade antes da região de salto.
• Salto: O atleta se impulsiona com um pé, com os braços para cima para alcançar altura.
• Voo: Corpo estendido para manter equilíbrio e preparar a aterrissagem.
• Aterrissagem (Queda): Pernas e braços à frente para alcançar a máxima distância possível.
SALTO EM DISTÂNCIA (Sequência completa)
2. SALTO TRIPLO:
Segue a mesma linha do salto em distância, mas o pulo final deve acontecer após uma série de duas passadas mais largas, que servem para dar impulsão ao atleta. Esse salto utiliza as mesmas regras do salto em distância, com exceção de que a tábua e a linha limite do salto ficam no mínimo a 11m da caixa de areia.
TÉCNICA:
• O atleta deve cumprir três etapas sucessivas: 
• Um primeiro salto, antes da linha limite, para cair sobre o mesmo pé do impulso; um segundo salto, caindo sobre o outro pé; e finalmente o terceiro salto, que lhe permite cair com os dois pés na caixa de areia (deve executar este salto final com toda a força para projetar-se para a caixa de areia com a maior distância possível).
REGRAS: 
• A ordem de saltos dos atletas é sorteada.
• Assim como no salto em distância, o atleta faz 3 tentativas e lhe é computado o melhor dos três.
• Quando houver mais de oito competidores, cada um terá direito a três tentativas e os oito competidores com os melhores resultados da prova terão direito a mais três tentativas, sendo que, no caso de empate em oitavo nos três primeiros saltos, todos os competidores terão também direito a mais três tentativas.
• É considerado falho o salto em que o competidor, enquanto estiver saltando, tocar o solo com a perna "inativa".
• Aplicam-se ao salto triplo todas as demais disposições sobre as faltas previstas para o salto em distância.

3. SALTO EM ALTURA 
Prova na qual os atletas correm em direção a uma barra horizontal (Sarrafo) presa por dois suportes em determinada altura, com o intuito de saltar por cima do obstáculo sem derrubá-lo. Esse salto normalmente é feito de costas, pois tal movimento aumenta a impulsão do atleta. 
REGRAS: 
• A pista de impulso deve ter entre 15m e 25 m. A largura entre os postes deve ter cerca de 4 m (de 3,98 m a 4,92m para sermos mais precisos). 
• A área da queda o colchão de recepção de ter 5 m de comprimento e 3 m de largura. A barra transversal em madeira ou metal não deve pesar mais de 2 kg.
• A altura inicial, assim como as demais em que a barra deverá ser elevada, é determinada pela organização da competição. Entretanto o atleta pode escolher a altura em que quer começar.
• Cada competidor tem direito a três saltos iniciais a uma altura definida pelo juiz. Caso consiga acertar um, o competidor segue na disputa e precisa subir a medida do obstáculo em pelo menos dois centímetros.
• Em caso de empate, será vencedor aquele que deu menos saltos para alcançar sua marca. Se a igualdade persistir, o número de erros será avaliado. Se ainda assim a disputa continuar empatada, os dois ganham medalhas, exceto na briga pelo ouro, em que há um salto adicional.

TÉCNICA:
As três técnicas mais conhecidas são:
• A tesoura-é a técnica mais simples e natural de se transpor o sarrafo. No entanto, não permite transpor grandes alturas. Os especialistas em saltos, não satisfeitos com os resultados obtidos, começaram a procurar novas formas de saltar.
• O rolamento ventral (Rolo ventral)- Uma das grandes vantagens deste estilo é que o atleta transpõe o sarrafo com o tronco na posição horizontal. Com isto, pode facilmente transpor alturas maiores.
• O Flop (salto de costas)- Fosbory, o criador da nova técnica, voltou a abordar o sarrafo no lado da tesoura, não mais em linha reta. Correndo em curva, ele aproveitava, no momento do salto, de toda força por ele gerada durante a corrida, no momento em que ela é máxima, tangenciando o sarrafo ao transpô-lo.
   
4. SALTO COM VARA
Segue a mesma linha de disputa do salto em distância. A diferença é que os saltos são dados com o auxílio de uma vara, o que faz o atleta subir mais. 
Objetivo: Transpor o sarrafo. Basicamente, consiste em ultrapassar um obstáculo (sarrafo) colocado a uma determinada altura, utilizando como impulso uma vara que é apoiada no solo e projeta o atleta para cima.

TÉCNICA:
• A pista deve medir no mínimo 45m, ao fim da qual se acha enterrada, ao nível do piso uma caixa de apoio com 1m de comprimento, 60cm de largura, no início e apenas 15 junto ao obstáculo.
• Essa caixa é feita de madeira ou metal, enquanto o obstáculo consta de dois suportes verticais e uma barra horizontal - ou sarrafo - de secção triangular, com 3mm de lado, mas com 3,86 a 4,52m de comprimento e 2,260kg de peso máximo. 
• A vara utilizada para impulso é de material, comprimento e diâmetro à escolha do atleta, mas ele só poderá revesti-la com duas voltas de fita adesiva de espessura uniforme.
• Atualmente, os saltadores usam vara de fibra de vidro, por sua grande resistência e flexibilidade, com peso e comprimento que variam em razão das características físicas do próprio atleta.
A prova divide-se nas seguintes fases:
• Corrida: precisa ser em ritmo veloz, com passadas largas e sincronizado para obter velocidade suficiente para a fase seguinte.
• Impulso: o atleta salta.
• Voo: o atleta voa sobre um substrato arenoso.
• Queda: deve ser realizada com as pernas estendidas para a frente, joelhos levemente flexionados e os braços também estendidos para frente.
REGRAS:
• As regras observadas no salto em altura, no que toca ao número de tentativas, faltas permitidas e direito de recusar-se a transpor determinadas marcas, com o objetivo de guardar-se para outras maiores, são aplicáveis ao salto com vara.
• Nessa prova, o saltador deve correr pela pista de impulso, segurando a vara com as duas mãos em pontos escolhidos por ele mesmo, fincá-la na caixa de apoio, projetar-se para cima em impulso obtido com a flexão da vara e transpor o obstáculo sem derrubá-lo.
• É importante que ele largue a vara no momento exato, pois mesmo que salte o obstáculo, se a vara derrubar o sarrafo, conta-se isso como falta. O saltador também não pode, uma vez fincada a vara na caixa de apoio, mudar a posição de suas mãos na vara, três dessas faltas o eliminam.
• As varas que no início do século passado eram feitas de bambu, atualmente são feitas com compostos de fibras de carbono e fibra de vidro.
• São permitidas um máximo 3 tentativas para cada altura escolhida pelo atleta.
• Contam como faltas a queda do sarrafo e a mudança da posição das mãos após a vara ser fincada na caixa de apoio.
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COMPONENTE CURRICULAR: EDUCAÇÃO FÍSICA
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA AULAS PRÁTICAS
CONTEÚDO: ATLETISMO/SALTO EM DISTÂNCIA (7º ANO)

1. SALTO EM DISTÂNCIA

PÉ DE APOIO
- Material: caixa de areia
- Formação: Em uma coluna, mantendo uma pequena distancia para corrida.
- Desenvolvimento: com muitas repetições, impulsionar na tábua de impulsão e saltando na caixa de areia.
- Objetivo: definir qual é o pé de impulso.

ELEVAÇÃO
- Material: Caixa de areia 
- Formação: Em uma coluna, a uma distancia que possibilita cinco a sete passadas de corrida.
- Desenvolvimento: Executar a impulsão prolongando ao máximo a fase de elevação.
- Objetivo: Promover a iniciação para a passada no ar.

QUEDA
- Material: caixa de areia
- Formação: Em coluna, partindo de cima da tábua de impulsão
- Desenvolvimento: Executar o salto horizontal caindo com as duas pernas juntas.
- Objetivo: Aperfeiçoamento da queda.

MESMA PERNA
-Material: Caixa de areia.
- Formação: Em coluna a uma distancia de cinco a sete passadas da tabua de impulso.
- Desenvolvimento: Fazer uma corrida de balanço de umas 5 a 7 passadas, bater o pé de impulso na tábua e executar a queda com o plantar da mesma perna de impulso.
- Objetivo: Iniciação para o salto tesoura.

PERNA CONTRÁRIA
- Material: Caixa de areia.
- Formação: Em coluna a uma distancia de cinco a sete passadas da tabua de impulso.
- Desenvolvimento: Fazer uma corrida de balanço de umas 5 a 7 passadas, bater o pé de impulso na tábua e executar a queda com o plantar da perna contraria da impulsão.
- Objetivo: Iniciação para o salto passada.

• SALTO SOBRE O ELÁSTICO
- Material: Caixa de areia elástico e duas varas.
- Formação: Colocados em coluna, em uma distância exposta pelo professor, e o elástico traspassado na caixa de areia a uma altura de 30 cm.
-Desenvolvimento: Ao sinal devem sair um por vez, utilizando a perna de impulso sobre a tábua de impulso, saltando por cima do elástico.
-Objetivo: A velocidade com que ele consegue impulsionar seu salto.

• APERFEIÇOAMENTO DO SALTO
- Material: Um giz.
- Formação: Colocados em uma coluna atrás de uma risca.
- Desenvolvimento: O aluno deve juntar os pés, onde ao sinal se impulsiona para frente da linha traçada. - Objetivo – Poder mostrar a força do impulso com o corpo parado.

• SALTO ABRE E FECHA
- Material: caixa de areia
- Formação: Colocados em colunas mantendo uma distância.
- Desenvolvimento: O aluno se posiciona em cima da caixa e salta, devendo estender os braços e pernas para trás na forma de arco durante o salto e ao cair puxa-los de volta para frente..
- Objetivo – Forma correta do salto de extensão.

• CORRIDA COM SALTO
- Material: Uma caixa de areia.
- Formação: Colocados em colunas, mantendo uma distância de cada aluno.
- Desenvolvimento: Ao sinal o aluno sai em uma velocidade rápida, saltando na areia, respeitando a linha de salto para não queimar.
- Objetivo: Velocidade, impulsão e visão do atleta.

• EXERCÍCIO DO SALTO EM DISTÂNCIA
- Material: Utilizar algum lugar plano e aberto.
- Formação: Divididos em colunas a uma distância de 1 metro cada aluno.
- Desenvolvimento: Ao sinal devem sair inicialmente com a perna direita impulsionando um salto para frente, em seguida com a perna esquerda, assim sucessivamente.
- Objetivo: Aperfeiçoamento para o salto e impulsão.
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COMPONENTE CURRICULAR: EDUCAÇÃO FÍSICA
SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA AULAS PRÁTICAS
CONTEÚDO: ATLETISMO/SALTO EM ALTURA (7º ANO)

1. SALTO EM ALTURA

-Exercício do salto em altura I
- Material: 2(dois) colchões.
- Formação: Divididos em duas colunas mantendo um espaçamento entre cada aluno.
- Desenvolvimento: Cada aluno chega ao colchonete virando uma cambalhota para frente sobre ele.
- Objetivo: Agilidade e flexibilidade do corpo.

-Exercícios do salto em altura II
- Material: 2(dois) colchões.
- Formação: Divididos em duas colunas mantendo um espaçamento entre cada aluno.
- Desenvolvimento: Cada aluno chega ao colchonete, viram uma cambalhota para frente abrindo as pernas e ao cair juntando-as.
- Objetivo: Coordenação do corpo e flexibilidade.

-Exercícios do salto em altura III
- Material: 2(dois) colchões.
- Formação: Divididos em duas colunas mantendo um espaçamento entre cada aluno.
- Desenvolvimento: Deitando de barriga pra cima no colchonete impulsionar rapidamente seus pés para trás, utilizando as mãos para o impulso, virando uma cambalhota para trás.
- Objetivo: Desenvolver a impulsão do corpo para trás.

-Exercício do salto em altura IV
- Material: 2(dois) colchões um elástico e duas varas.
- Formação: Divididos em duas colunas mantendo um espaçamento entre cada aluno.
- Desenvolvimento: Cada aluno deve sair virando uma cambalhota para frente passando sobre o elástico caindo no colchonete.
- Objetivo: Desenvolver a saída da impulsão e a forma ao cair.

-Exercícios do salto em altura V
- Material: 2(dois) colchões.
- Formação: Dividir os alunos em duplas, onde uma dupla por vês vai fazer o exercício.
- Desenvolvimento: Um aluno deita no colchonete de barriga pra cima, com pés e mãos ao solo, enquanto o outro coloca suas mãos nas costas impulsionando para cima, trocando depois de uns minutos.
- Objetivo: Desenvolver a elasticidade do corpo.

• CORRIDA EM GRUPOS
- Material: Cones a critério do professor.
- Formação: Divididos em grupos de 4 alunos, onde os cones estarão colocados em forma de um pequeno circulo.
- Desenvolvimento: Deve sair o primeiro grupo numa forma de correr mostrada pelo professor ao redor dos cones dando duas voltas e saindo para a entrada de outro grupo.
- Objetivo: Demonstração de corrida correta para o salto.

-Corrida para o salto I
- Material: Um colchão, vara e elástico.
- Formação: Formando uma coluna a uma distancia de 10 metros do colchão.
- Desenvolvimento: Cada aluno sai em direção ao colchão mantendo a forma de corrida imposta pelo professor na atividade anterior, impulsionando com sua perna esquerda passando por cima do elástico e caindo com o pé direito em cima do colchão.
-Objetivo: A impulsão somente utilizada pela perna esquerda.


-Corrida para o salto II
- Material: Um colchão, vara e elástico.
- Formação Formando uma coluna a uma distancia de 10 metros do colchão.
- Desenvolvimento: Cada aluno sai em direção do colchão, mantendo a forma da corrida imposta pelo professor, impulsionado com o pé de apoio passando por cima do elástico e caindo no colchonete de costas.
- Objetivo: Impulsão e caída de costas no colchão.

• APRIMORAMENTO PARA O SALTO
- Material: Um colchão, duas varas e um elástico.
- Formação: Em coluna tomando uma distância de 3 metros do colchão.
- Desenvolvimento: Cada aluno poderá dar apenas duas passadas para o salto, primeiramente com o pé contrario do de impulsão, depois com o pé de impulsão que o fará impulsionar-se para cima por sobre o elástico.
- Objetivo: Forma de impulsão, coordenação para o salto.

ROLO VENTRAL
- Material: Um colchão, duas varas e um elástico.
- Formação: Em coluna a 10 metros do colchão.
- Desenvolvimento: Feito do lado oposto ao estilo tesoura, na última passada a perna de chute é estendida para cima, girando o corpo sobre o elástico e caindo no colchão primeiramente com a perna de chute e depois com as costas.
- Objetivo: Promover a familiarização com o salto rolo ventral.

CORRIDA PARA O SALTO
- Material: Dois cones.
- Formação: Em coluna atrás de um dos cones e o outro posto a 10 metros.
- Desenvolvimento: Os alunos devem ir de um cone a outro fazendo a forma de corrida correta para os saltos, imposta pelo professor.
- Objetivo: desenvolvimento da corrida para os saltos.
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8º ANO
SEQUÊNCIA DIDÁTICA – EDUCAÇÃO FÍSICA
Tema: Conclusão Sistema Muscular/Introdução ao Atletismo: Lançamentos
Subtítulo: ......................................
Ano/Série: 8º ano                      Período: 18/09 a 29/09//17                    Nº de Aulas: 04             
OBJETIVOS

Ø  Identificar os principais músculos apontando nas regiões do corpo através de um alongamento.
Ø  Aprimorar as regras e técnicas dos lançamentos no atletismo.
Ø  Diferenciar os três tipos de lançamentos.
Ø  Desenvolver o raciocínio, a integração e socialização através dos jogos.
Ø  Vivenciar práticas de jogos pré-desportivos e circuitos.

ETAPAS DA AULA / METODOLOGIA
1º Momento: Aula teórica
Aula Expositiva: Atletismo: Lançamentos
Ø  Apresentar os tipos de lançamentos do Atletismo
Ø  A exposição pode ser feita através de textos, slides, pesquisa e vídeos sobre o conteúdo;

A sondagem de saberes poderá ser feita através da leitura de textos;
O professor poderá colocar algumas questões para discussão, para que os alunos possam fazer os seus registros.

2º Momento: Aula prática
Sugestões:
Jogos pré-desportivos (lançamentos)
Circuitos (lançamentos)

3º Momento: Aula teórica
Aula expositiva sobre os tipos de alongamento (estático e dinâmico)

4º Momento: Aula prática
Sugestões:
Prática do alongamento
Jogos pré-desportivos (futsal e vôlei)
Circuitos


RECURSOS: ( x ) Data show; (   ) Jornal; (  ) Revista; ( x  ) Vídeo; ( x ) Computador; ( x ) Jogos; ( x ) quadro, pincel atômico, apagador; (   ) Jogos de tabuleiro (  x  ) bolas, apito, rede;  (  x ) Informativos;
(  ) Outros:
AVALIAÇÃO: (   ) Prova; (  ) Trabalho; (   )Resolução de Exercícios; (  ) Seminários; (  ) Apresentação oral;
(  ) Observação do desempenho do grupo; (  ) Cartaz; (  ) Debate; ( x ) Relatórios; (  ) Avaliação escrita;
( x ) Avaliação da participação; Outros:                                                               

Escola:__________________________________________________________________________
Aluno (a):_______________________________________Componente Curricular: Educação Física
Professor (a):_____________________Ano/ Turma:___________Turno: ______________(8º ANO)

ATLETISMO –LANÇAMENTOS
1. LANÇAMENTO DE DISCO
DISCO: É normalmente madeira rodeada de ferro ou de plástico para a iniciação ou categoria mais jovem. Os pesos e as dimensões variam de acordo com as categorias etárias. O diâmetro do disco deve variar entre 21,9 e 22,1 cm para os atletas masculinos e entre 18 e 18,2 cm para atletas femininas.
ÁREA DE LANÇAMENTO: Não há anteparo e não se pode tocar a extremidade do círculo metálico. A área de lançamento é rodeada por uma rede metálica.

2. LANÇAMENTO DE DARDO
É o único lançamento que se efetua com uma corrida de impulso. É também aquele que mais longe vai (quase 100 m no caso dos atletas masculinos). Isto é natural, visto que estamos perante o objeto mais leve (de 600 a 800 g) e o mais aguçado (fende o ar à semelhança de um foguete).
Empunhaduras:
1. Finlandesa: segura o dardo pela parte detrás do acordoamento com o dedo médio e o polegar. O indicador fica estendido ao longo e em torno do dardo, acima do acordoamento para o equilíbrio. Apenas o polegar, o anular e o mínimo seguram o dardo pelo encordoamento.
2. Americana: segura pela parte detrás do encordoamento, o indicador juntamente com o polegar que fica estendido ao longo do mesmo (encordoamento) com a unha na altura do indicador. Os outros dedos seguram em volta do encordoamento.
3. Alemã: segura o dardo pela parte detrás do acordoamento com o dedo médio e o polegar. O indicador fica fletido no fim do acordoamento para equilíbrio. Os outros dedos seguram em volta do acordoamento.
FASES DO LANÇAMENTO DO DARDO 
O Lançamento do Dardo divide-se em quatro fases: PREPARAÇÃO, CORRIDA DE BALANÇO, LANÇAMENTO e RECUPERAÇÃO. Por sua vez a corrida de balanço podese subdividir em corrida frontal e corrida lateral.

• PREPARAÇÃO: Na fase de preparação o atleta deve dirigir-se para o corredor de balanço e pegar no engenho. A pega deve ser confortável e descontraída, colocando o dardo na mão na diagonal, com a palma da mão virada para cima e pegando no dardo com o polegar e o indicador ou com o polegar e o dedo médio, pois são as pegas mais usuais.

• CORRIDA DE BALANÇO
Corrida frontal - Na primeira fase da corrida de balanço o atleta coloca-se de frente para o sector de queda e inicia uma corrida com ritmo lento, com o dardo sensivelmente paralelo ao solo ou ligeiramente inclinado à frente. Quando no final da corrida frontal o dardo é colocado atrás inicia-se a corrida lateral.
Corrida lateral- No inicio da corrida lateral o pé esquerdo avança e inicia-se o “ritmo dos 5 apoios”. O braço que transporta o dardo é estendido para trás ficando à altura do ombro ou ligeiramente acima, com a ponta do dardo ao lado do olho direito. O braço e o ombro esquerdos devem estar à frente do corpo virados no sentido do lançamento para equilibrar o atleta e possibilitar, posteriormente, uma maior torção abdominal. A velocidade da corrida deve ser aumentada até ao passo de impulso (3º apoio), sendo esta a base de um ritmo de lançamento correto. No “ritmo de cinco apoios” o terceiro passo da corrida lateral (passo de impulso) é mais intenso e agressivo que os outros, devendo ser rasante, com perda mínima de velocidade e procurando que os pés avancem em relação ao dardo. No fim desta fase o atleta passa pela posição de força dando início ao lançamento.

• LANÇAMENTO: Ao passar pela posição de força o atleta deve avançar a bacia e o peito na direção do lançamento e manter o braço lançador estendido até ao último momento. A colocação do pé esquerdo no solo deve ser ativa e sólida para promover uma boa ação bloqueadora. Ao executar as ações anteriores o atleta atinge uma posição crucial, designada por posição de arco (ou arco-tenso). A partir dessa posição (arco tenso) que provoca uma “pré-tensão”, o braço lança de forma explosiva logo após a entrada da bacia, devendo haver a preocupação passar a mão claramente acima da cabeça.

• RECUPERAÇÃO: Após o dardo lhe sair das mãos o atleta tenta travar antes da linha final, para evitar lançamentos nulos. Esta ação, dependendo da velocidade de execução, pode levar entre uma e três passadas, razão pela qual os atletas devem evitar lançar próximo da linha final.
3. LANÇAMENTO DE MARTELO
Empunhadura: Posição inicial, rotação do martelo, ação de lançar e reversão. O martelo é seguro com a mão esquerda (lançamento destro) lançado para o lado esquerdo.  A fim de conseguir maior firmeza no lançamento a mão direita é colocada em cima apertando à esquerda. Os punhos ficam paralelos. O uso de luvas é permitido.
A Posição Inicial: O atleta coloca-se na parte posterior do círculo de costas para a direção do lançamento de martelo, pequeno afastamento lateral dos joelhos e ligeiramente flexionados.
A Rotação do Martelo: Impulsionar o martelo com os braços esticados. O martelo passa baixo na frente do corpo, para o plano inclinado flexionando os braços, vindo a mão em direção à parte superior da cabeça, nessa posição o tronco executa uma rotação brusca para a direita passando os antebraços para cima da cabeça. Quando o martelo inicia o seu último balanceio e gira para baixo, da direita para esquerda, o atleta está no ponto de começar a 1o das 3 voltas que deverá executar antes de lançá-lo.
A Ação de Lançar: Ao final da 3o volta, somente o "soltar" o martelo assegurará um bom lançamento graças à grande força centrífuga das 3 voltas. O martelo é lançado para cima do ombro esquerdo em um ângulo mais ou menos de 45o em relação ao solo.
A Reversão: é a troca dos pés, no final do lançamento no "soltar".
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CONTEÚDO: ALONGAMENTO MUSCULAR (8º ANO)
Componente Curricular: Educação Física

Os alongamentos são exercícios praticados com a finalidade de preparar os músculos para as atividades mais intensas ou então de relaxá-los, evitando lesões e aumentando a flexibilidade. 

BENEFÍCIOS DO ALONGAMENTO:
Um programa regular de alongamento proporciona: 
-Aumento da flexibilidade, resistência e força muscular; 
-Diminuição de dores e desconfortos musculares; 
-Boa mobilidade muscular e articular; 
-Melhora da aparência física e imagem pessoal; 
-Melhora do alinhamento postural estático e dinâmico; 
-Facilitação dos processos de aquecimento/desaquecimento em atividades esportivas; 
-Redução de encurtamentos do sistema muscular; 
-Diminuição dos riscos de lesões músculo-articulares; 
-Aumento do relaxamento muscular e melhora da circulação sanguínea; 
-Melhora da coordenação motora. 

TIPOS DE ALONGAMENTOS:
Existem dois tipos de alongamentos: o dinâmico e o estático. 

*ALONGAMENTO ESTÁTICO: é o mais conhecido e mais simples de executar. Os movimentos devem ser executados de maneira lenta, suave e com atenção aos músculos que estão sendo alongados. Deve ser feito até que se sinta uma tensão moderada na musculatura que está sendo alongada, durante 15 a 30 segundo, e então se deve relaxar, voltando à posição inicial. Alongar por mais de 30 segundos provoca um relaxamento dos músculos, prejudicando a produção de força rápida. Outra opção é fazer os exercícios de alongamento depois do treino de musculação. Além de melhorar a flexibilidade, você experimenta um relaxamento.

*ALONGAMENTO DINÂMICO: Ele é indicado para casos em que o ganho da flexibilidade melhora o desempenho esportivo. Fazer alongamentos dinâmicos - como a elevação dos joelhos, o agachamento e rotação de braços e tronco é sempre positivo, porque aumenta a mobilidade das articulações e a amplitude do movimento. Alongamentos dinâmicos devem ser realizados após um período inicial de aquecimento, feito a partir de movimentos curtos e deslocamentos pelo solo. Esse segundo grupo é o preferido dos professores de academias e nele estão inclusas, por exemplo, corridas leves e caminhadas de 10 a 20 minutos.

PREPARANDO O CORPO PARA OS EXERCÍCIOS FÍSICOS
O alongamento mais indicado antes dos exercícios físicos é o dinâmico, ou seja, aquele que realiza movimentos leves e repetidos, com a finalidade de aquecer os músculos. O alongamento em si já um exercício e praticá-lo antes de atividades mais intensas, como a musculação, faz com que o músculo se canse e tenha menos força no momento de puxar os pesos.
Cada atividade pede um aquecimento diferente, por exemplo: antes de um jogo de futebol, são indicados movimentos que aqueçam especialmente os membros inferiores. Para uma partida de vôlei, é preferível aquecer os braços e o pescoço. Já para um treino de musculação, é indicado de 10 a 20 minutos de esteira ou então uma corrida leve de 5 minutos.

COMO FAZER?
A respiração é fundamental: quando se respira fundo, aumenta-se o relaxamento muscular. É a respiração que dá o ritmo ao exercício e por isso deve ser lenta e profunda. Deve-se respeitar os seus limites. Forçar o alongamento pode causar lesões nos músculos e tendões. Não se preocupe em alongar até ao limite. Aos poucos você vai ganhar flexibilidade. Regularidade e relaxamento são ingredientes obrigatórios para um bom alongamento. Os alongamentos conseguem resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.

ONDE FAZER?
A vantagem dos exercícios de alongamento é que você pode fazê-los em qualquer lugar e realizá-los em locais e momentos do seu dia a dia. É possível alongar enquanto se faz outras coisas como ler ou ver TV. Ou, se você é estudante, no intervalo entre as aulas. No ambiente da sua casa ou sentado na cadeira também são outras opções. Basta aprender a introduzi-los em sua rotina.

http://www.portaleducacao.com.br/fisioterapia/artigos/42840/o-conceito-de-alongamento
http://querosaude.com.br/alongamento-estatico-ou-dinamico/
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Educação Física- Turmas 8º e 9º anos
SUGESTÃO: AULA PRÁTICA (ALONGAMENTO MUSCULAR)
Objetivos: Proporcionar uma aula calma e relaxante ao mesmo tempo em que visa trabalhar na manutenção da postura e fortalecimento de todos os grupos musculares do corpo. 
Materiais: Colchonetes, bastão ou cabo de vassoura.
Metodologia: Alongamentos com explicação oral e demonstração prática.  

1 - Flexão do pescoço: Manter por 15 segundos, 3 vezes cada lado. Manter os músculos dos ombros relaxados, não forçar, esse é um alongamento suave. Músculos envolvidos; esplênio e trapézio.
2 - Flexão lateral do pescoço: Manter por 15 segundos, 3 vezes cada lado. Tentar alcançar região lombar com a mão livre. Músculos envolvidos; esternocleidomastoídeo, trapézio. 
3 - Tríceps: Manter por 15 segundos, 3 vezes cada lado. Músculos envolvidos; tríceps braquial, deltoide, subescapular, redondo menor, infra espinal, redondo maior. 
4 - Ombro: Manter por 15 segundos, 3 vezes cada lado. Braço bem estendido, pressionar cotovelo contra o peito. Músculos envolvidos; tríceps braquial, deltoide, infra espinal, redondo menor, redondo maior e obliquo externo.  
5 - Peitoral: Manter por 15 segundos, 3 vezes cada lado. Entrelaçar mãos atrás das costas e forçar apara cima. Cotovelos estendidos, não levar o tronco para frente. Músculos envolvidos; peitoral maior, peitoral menor, deltoide, bíceps, braquial. 
6 - Quadríceps: puxe o calcanhar em direção ao glúteo, manter dois joelhos juntos e alinhados. Músculos envolvidos; tensor da fáscia lata, vasto medial, vasto medial e vasto intermédio. Manter por 15 segundos, 3 vezes cada lado.
7 - Trato iliotibial: pernas cruzadas, flexionar coluna tentando alcançar o solo. Manter por 15 segundos, 3 vezes cada lado. Músculos envolvidos; Trato iliotibial, bíceps femoral, glúteo máximo e vasto lateral.  
8 - Adutores: Afastar pés em direção superior à dos quadris, mão sobre joelhos, flexionar quadris, coluna neutra, joelhos não podem passar os pés. Transferir peso para um lado, mantendo uma perna flexionada e outra estendida. Músculos envolvidos; piriforme, adutor magno, bíceps femoral. Manter por 15 segundos, 3 vezes cada lado. 
9 - Quadril e coxa; ajoelhado sobre o joelho esquerdo, apoie o pé direito contra o solo de modo que o joelho direito fique flexionado em um ângulo inferior a 90°. Estender perna direita. Manter por 15 segundos, 3 vezes cada lado. Músculos envolvidos; bíceps femoral, iliopsoas, ilíaco, reto femoral. 
10 - Coluna vertebral: decúbito dorsal, perna esquerda estendida perna direita flexionada, pé direito sobre canela esquerda, ombros em contato com o solo, alongar até ombros não se deslocarem do chão. Músculos envolvidos, quadrado do lombo, eretor da espinha, vasto lateral, trato iliotibial, tensor da fáscia lata. Manter por 15 segundos, 3 vezes cada lado. 
11 - Lombar: decúbito dorsal, pés e joelhos unidos, joelhos flexionados, alongar até ombros não se deslocarem do chão ou até que joelhos atinjam o solo, dez vezes, 5 cada lado. Músculos envolvidos; quadrado do lombo, eretor da espinha e obliquo externo. 
12 - Piriforme: decúbito dorsal, com joelhos flexionados, tornozelo esquerdo sobre joelho direito, mãos na coxa direita, puxar suavemente. Manter por 15 segundos, 3 vezes cada lado.  

Alongamentos com bastão: Em pé, segurar nas extremidades e levar apara o alto, estendendo totalmente os braços, ficar na ponta dos pés, flexionar lateralmente a coluna para um lado, manter, flexionar para o outro lado. Levar para cima de novo, estender coluna para trás sem perder o equilíbrio, flexionar quadris, braços e coluna paralelos, girar tronco para os dois lados.  
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9º ANO
SEQUÊNCIA DIDÁTICA – EDUCAÇÃO FÍSICA
Tema: Conclusão Sistema Muscular/ Introdução ao Doping e anabolizantes
Subtítulo: .............................................
Ano/Série: 9º ano                 Período: 18/09 a 29/09//17                 Nº de Aulas: 04             
OBJETIVOS
Ø  Aprender sobre o sistema muscular destacando a classificação e características dos músculos.
Ø  Associar os tipos de contrações aos movimentos dos músculos.
Ø  Identificar os tipos de doping.
Ø  Discutir a importância do não uso do doping e suas consequências para o corpo.
Ø  Confeccionar e expor cartazes sobre os casos de doping no esporte.
Ø  Desenvolver o raciocínio, a integração e socialização através dos jogos.
Ø  Vivenciar práticas de jogos pré-desportivos através do futsal.

ETAPAS DA AULA / METODOLOGIA
1º Momento: Aula teórica
Aula Expositiva: Anabolizantes
Ø  Apresentar os efeitos dos anabolizantes no corpo masculino e feminino.
Ø  A exposição pode ser feita através de textos, slides, pesquisa e vídeos sobre o conteúdo;
A sondagem de saberes poderá ser feita através da produção textual com imagens de charges e tirinhas sobre o uso de anabolizantes;
O professor poderá colocar algumas questões para discussão, para que os alunos possam produzir os textos.
Distribuir grupos e informar aos alunos sobre os sub temas e o material para cada grupo trazer na próxima aula teórica para criação e confecção em de cartazes na sala de aula.
Sugestões de vídeos:
Links:
Esteróides Anabolizantes Beneficios e Efeitos https://www.youtube.com/watch?v=ItuAlDyIPVU (duração 4 min)
Super Humanos – Esteroides https://www.youtube.com/watch?v=uuXdnqIVz3k&t=35s (duração 47 min)

2º Momento: Aula prática
Sugestões: Jogos pré-desportivos (arremesso)
Circuitos (arremesso)

3º Momento: Aula teórica
Confecção e criação de cartazes sobre os tipos de doping e os casos relacionados ao esporte.

4º Momento: Aula prática
Sugestões: Jogos pré-desportivos (futsal)
Circuitos

RECURSOS: ( x ) Data show; ( x  ) Jornal; ( x ) Revista; ( x  ) Vídeo; ( x ) Computador; (  ) Jogos; ( x ) quadro, pincel atômico, apagador; (  ) Jogos de tabuleiro (  x  ) bolas, apito, rede;  (   ) Informativos;
( x ) Outros: cartolina, papel ofício, papel madeira, pincel, revistas, jornais, cola, dentre outros.
AVALIAÇÃO: ( x  ) Prova; (  ) Trabalho; ( x )Resolução de Exercícios; (  ) Seminários; (  ) Apresentação oral;
( ) Observação do desempenho do grupo; ( x ) Cartaz; ( x ) Debate; (  ) Relatórios; (  ) Avaliação escrita;
( x ) Avaliação da participação; Outros:                                                               

ANABOLIZANTES (9º ANO)
A vaidade excessiva, a busca pelo corpo sarado e “perfeito”, o desejo de conseguir músculos do dia para noite levam algumas pessoas a fazerem de tudo por essa conquista, inclusive arriscarem suas próprias vidas. A busca é feita através dos anabolizantes que são tomados ou aplicados diretamente nos músculos. Os esteróides anabolizantes são medicamentos fabricados através de combinações bioquímicas da testosterona, o hormônio responsável pelo desenvolvimento das características masculinas. O remédio foi desenvolvido para o tratamento de doenças musculares, ósseas, dentre outras. Mas logo seu efeito sobre a massa muscular foi descoberta por atletas e por jovens. A busca do corpo perfeito o quanto antes, a qualquer preço. O efeito dos anabolizantes é muito rápido. Uma pessoa que faz exercício, por exemplo, três vezes por semana com uma determinada carga, tem um crescimento muscular. No entanto, usando anabolizantes o crescimento muscular é duas vezes maior. As bombas, como são chamados popularmente, podem afetar o metabolismo do corpo e causar sérios efeitos colaterais, levando até a morte.  
Os anabolizantes podem ser encontrados nas formas de comprimidos, cápsulas ou injeções intramusculares. Quem os toma terá aumento no tamanho dos músculos, força física e aumento da resistência. Há alguns anos essas drogas eram utilizadas somente para tratamento de algumas disfunções hormonais ou desgaste muscular. Hoje em dia são bastante conhecidas por atletas e fisiculturistas. As pessoas que fazem uso deste tipo de droga estão em busca de um corpo sarado, redução da gordura corporal e melhor desempenho nos esportes. Em competições esportivas, se o atleta que estiver competindo for pego usando esse tipo de substância, será automaticamente desclassificado e punido pelo órgão de desporto responsável pela competição. Homens e mulheres que fazem uso dessa droga têm como consequências aumento nos pelos do corpo e rosto, acne, queda de cabelo, engrossamento da voz, irregularidade nos ciclos menstruais, disfunções testiculares, como redução na produção de esperma; alterações comportamentais e de humor, impotência sexual, hipertensão, ataques cardíacos. Nos homens ainda observamos a ginecomastia (desenvolvimento dos seios).
Os anabolizantes podem causar dependência, mas não são considerados como risco para consumo de outras drogas.
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CONTEÚDO: DOPING (9º ANO)
 “A Dopagem e os riscos de vida e/ou Saúde”, ou seja, o doping. 
Hoje em dia o doping é um dos problemas mais atuais e também um dos mais preocupantes, não só pelo fato de falsificar a “verdade desportiva”, mas também porque a prática do consumo destas substâncias é na sua maioria muito perigosa para os próprios atletas. 
O desporto é uma atividade física sujeita a determinados regulamentos e que geralmente visa à competição entre praticantes. Para ser desportista tem de haver envolvimento, habilidade e capacidades motoras. A prática regular da atividade física pode ser um fator muito importante para a prevenção dos riscos de ordem biológica, psicológica e social.
O QUE É O DOPING? O doping é a utilização de substâncias proibidas no desporto, por promoverem o aumento ilegal do rendimento do atleta, humano ou animal. Essas perigosas substâncias fazem com que os atletas tenham um melhor rendimento físico no desporto, atribuindo-lhes vantagens competitivas desleais, em relação aos atletas que não recorrem a estas substâncias para obter o sucesso. 
TIPOS DE DOPING
Existem quatro tipos de doping:
1- Pré-competitivo
Hormona de Crescimento – Produzida pela glândula pituitária (intramuscular), favorece o aumento da resistência e da capacidade de transporte de oxigénio. Aumento da massa muscular em poucos meses, logo aumenta a força. Diminuição do tempo de habituação a condições adversas.
O uso desta hormona é indetectável no controlo e pode ter graves consequências, como alergias e efeitos diabétogénicos, hipertrofia, acromegália e tumefacção dos tecidos moles, osteoporose, crescimento anormal dos ossos, engrossamento da pele e hipertensão.
Este tipo de substâncias é preferencialmente utilizado por halterofilistas, culturistas e lançadores.
Esteroides anabolizantes – São drogas semelhantes às hormonas androgênicas (testosterona), aumentando o anabolismo celular (via oral e intramuscular). Assim, o uso de esteroides anabolizantes provoca o aumento da massa muscular e da resistência, aumento da agressividade e melhora a capacidade de treino.
A sua utilização é detectável no controlo e produz efeitos secundários, tais como danos no fígado na pele e nos sistemas cardiovasculares e endócrino, tumores e alterações de personalidade, redução do tamanho dos testículos e diminuição da produção de espermatozóides (homens), sintomas de masculinização, supressão da função ovárica e redução do período de menstruação (mulheres), paragem precoce do crescimento (adolescentes), aumento das secreções sebáceas, acne e crescimento anormal de pelos, tendinites, edemas, impotência, azoospermia e cancro na próstata
2- Durante a competição
Doping Calmante – O seu efeito consiste em inibir a taquicardia (diminuição da frequência cardíaca) e diminuir o tremor. Estes compostos são controlados em modalidades em que a atividade física não constituem fator determinante, mas onde a precisão e o autodomínio são fatores importantes, como, por exemplo, no tiro. Os beta-bloqueantes são substâncias calmantes mais utilizadas.
Doping Analgésico – Atua como analgésico para o tratamento de dores moderadas ou fortes, sendo representada pela morfina e os seus derivados. A maioria destes compostos têm efeitos secundários bastante pronunciados, incluindo problemas respiratórios.
Doping Estimulante – Este tipo de substâncias (via oral e nasal) atua ao nível do sistema nervoso central e podem dividir-se em estimulantes fracos (cafeína, teofilina) e estimulantes fortes (anfetaminas, cocaína estricnina). As anfetaminas são as drogas mais frequentemente utilizadas produzindo os seguintes efeitos:
î Redução da fadiga;
î Aumento da competitividade, da agressividade, dos reflexos e da concentração;
î Estimulação mental;
î Aumento do fluxo sanguíneo.
Esta utilização frequente (detectáveis no controlo), provoca efeitos secundários tais como:
î Perda da capacidade do julgamento;
î Cefaleias, ansiedade e tremuras;
î Arritmias cardíacas (batimento irregular do coração);
î Taquicardias, excitação, insónias, alucinações e emagrecimento;
î Pressão sanguínea elevada;
î Morte por colapso.
Este tipo de droga é utilizado preferencialmente no futebol, basquetebol e ciclismo.
A Cocaína – provoca uma sensação de bem-estar e atrasa a sensação de fadiga, contribuindo para o aumento da capacidade de trabalho. O uso desta substância tornou-se popular nos jogadores de Basquetebol e Futebol.
A Cafeína – provoca a mobilização dos ácidos gordos (“poupando” o glicogénio), sendo de particular importância para atletas de resistência de longa duração. Os efeitos secundários inerentes à sua utilização são:
- Arritmias cardíacas;
- Insónias.
3- Pós-Competitivo
Diuréticos – A introdução deste tipo de doping é via oral, sendo muito utilizados pelos atletas devido:
î Redução rápida de peso, em desportos que envolvam categorias de peso, como no boxe e no halterofilismo;
î Redução da concentração de substâncias químicas na urina, de forma a iludir o controlo.
Os seus efeitos secundários são:
î Hemorragias;
î Edemas;
î Diabetes e risco de fratura;
î Úlcera gastroduodenal;
î Insuficiência renal;
î Atrofia muscular;
î Cicatrização dificultada e infecções.
4- Doping Sanguíneo
O Doping Sanguíneo – consiste num aumento no volume sanguíneo através de transfusão, com o objetivo de aumentar a capacidade de transporte de oxigénio. Normalmente o sangue usado na transfusão é do próprio atleta. Este terá que realizar um programa de treino em altitude, para que o défice de oxigénio provoque o aumento do número de eritrócitos, assim como a concentração de hemoglobina.

Teste Antidoping 
Os testes de doping realizam-se através da urina. Isto deve-se ao fato da urina transportar todas as impurezas do corpo, inclusivamente drogas que, por ventura, tenham sido tomadas. A principal função da urina é a eliminação da amônia, que surge quando as células produzem proteínas. A amônia é tóxica e, por isso, deve ser eliminada rapidamente. Então o nosso organismo transporta-a até o fígado, onde ela é transformada em ureia. A ureia, por sua vez, é menos solúvel e menos tóxica. Quando o sangue passa pelos rins, toda a ureia, restos de amônia, excessos de sal, ácidos e outras impurezas são retiradas através de uma filtragem e eliminados na forma de urina. Essa filtragem é muito importante, pois é ela que mantém a composição do sangue.

Porque devemos combater o Doping? 
Motivos Éticos: O doping e o desporto são incompatíveis; Recorrer ao doping é contrariar os conceitos de ética e lealdade desportiva; A sua utilização transforma o desportista num objeto que se manipula, como se fosse uma máquina que tem de render o máximo , mesmo que para isso não dure muito tempo; Contraria a finalidade mais importante do desporto; Contribuir para a melhoria da saúde física, mental e social do individuo.
Motivos Sanitários: A utilização do doping é potencialmente perigosa para a saúde, por que: Sujeita o organismo à ultrapassagem dos seus próprios limites; Produz alterações nas suas funções orgânicas e psíquicas; Pode provocar dependência no uso de drogas; Provocando assim, uma degeneração física, por vezes irreversível.


ESCOLA MUNICIPAL:___________________________________________________________________
ALUNO (A):_______________________COMPONENTE CURRICULAR: EDUCAÇÃO FISICA
PROFESSOR (A) _____________________________________________TURMA/ANO: 9º______
PRODUÇÃO DE TEXTO
  1. Analise as imagens e com base no estudo sobre o uso dos anabolizantes faça uma produção de texto, com no mínimo 15 linhas.


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